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Nesta palestra, procurei demonstrar o quanto esta nova configuração de forças, irá afetar as relações entre a economia, empregabilidade e a vida dos cidadãos. Há um patamar ético mínimo, mesmo para o capitalismo. Exemplo caseiro de voracidade: o tributarismo, esta doença nefanda. No Brasil trabalhamos 127 dias/ano para o governo! Você sabia? Já, lá fora, o que ocorreu com o mundo não foi "apenas uma crise", e, sim, a fratura exposta de um velho modelo de mercado que precisa ser completamente reestruturado. E, se a moda ainda é falar inglês, queremos, então Fair Play, Fair Trade, Fair Banking, Fair Taxes, temos também que cuidar urgente do nosso Environment. Estamos no âmago da transição que desenhará o mundo e indicará quais caminhos nos serão possíveis. Tecnicamente, não é uma crise econômica ou produtiva, mas uma crise ética. Porque a gritaria, se até setembro só havia superávits sucessivos? O que está por trás dos pungentes pedidos de "pacotes salvadores" e das ameaças de "recessão"? A catástrofe especulativa que detonou os sorrisos e os mecanismos de financiamento, nos obriga a reavaliar o que estamos fazendo ao cultuar o bezerro de ouro do "foco em resultados imediatos" e das margens cumulativas. O problema é mais de competências para gerir o custeio, do que outra coisa. Para isso, sustentabilidade é excelência. O evento fechou bem um ano de grandes conquistas e importantes mudanças. A Consultive Labs cresceu além do esperado e com qualidade. Em 2009, continuamos dedicados à pensar e fazer o melhor, evitando perder a posse da bola. |
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Depois de nove edições, amadurece o primeiro congresso! Trata-se de um posicionamento estratégico que reflete a importância e a magnitude do projeto, levado à cabo todos os anos pelos Grupos de RH do ABC. Está cada vez melhor! Eu fiquei feliz de ter sido um dos convidados para falar aos participantes sobre os novos horizontes das organizações. Nestes tempos de monólogos sobre a crise, precisamos contextualizar bem as coisas: não se trata de algo "simples", passageiro, mas, de uma intensa e profunda reviravolta na condição global das economias. Nada será como antes, pelo menos nos próximos dois anos. Assim, é preciso que as empresas repensem suas políticas e, principalmente, modifiquem a maneira de se relacionar com os colaboradores e clientes, intensificando os treinamentos, retendo talentos e proporcionando condições sustentáveis de atuação. Investir agora, significar colher bons frutos depois, quando a locomotiva voltar aos trilhos. |
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O Prof. Dr. Walter Lerner está reunindo talentos e mentes para concretizar um grande projeto-desafio: estudar, refletir, analisar e divulgar a excelência em estratégia e planejamento empresarial. Uma lúcida iniciativa de modernidade. No caso, são duas boas notícias: para mim, a honra de ser convidado a integrar esta divisão de elite do Conselho Regional de Administração. Para o mercado, instituições e universidades, a possibilidade de compartilhar novidades e toda a riqueza derivada do pensamento estratégico. O grupo multidisciplinar se reuniu pela primeira vez, neste final de Outubro para lançar as bases de sua atuação. A missão-compromisso é atuar junto à sociedade, de forma a contribuir com o avanço da pesquisa; conscientização das boas práticas empresariais; integração entre organizações; produção de conteúdo e eventos voltados ao cenário atual. |
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É um dos maiores eventos educacionais do país. Ali está a melhor oportunidade para encontrar, reunidos, os grandes especialistas do setor e mentes privilegiadas. Fui convidado para apresentar um tema polêmico: Gestão Estratégica de Pessoas. A idéia foi discutir os rumos futuros da adequação à velocidade das mudanças, pois não há qualidade sustentável sem que existam garantias de desenvolvimento para os quadros que atuam nas escolas. Visões ternárias: Alunos, Docentes e Empresas
Falar em caminhos para a Educação é o nosso
dia-a-dia, onde coexistimos entre vertentes, análises,
sonhos e opiniões. Mas, o que regula o macro contexto
das organizações de ensino? Quais alternativas? Como
manter a qualidade, aumentar o desempenho, sem padronizar
uma cultura amorfa de "resultados"? Como
valorizar o humano em um modelo sustentável de
desenvolvimento? Em relação a estes últimos é importante que se diga três coisas: As relações capital/trabalho não desapareceram com o fim das ideologias; Além das matemáticas, existem outras disciplinas, incluindo economias e jornalismos, que nunca foram ciência, mas vivem da opinião alheia. Enfim: a esdrúxula opção "estratégica" de transformar Educadores em "multiplicadores" [catequizando cidadãos criativos e multiníveis, para formar tristes técnicos sortidos], não resolve a balança comercial de um país. Apenas apazigua a reserva de mão de obra. Mas, não é só isso o que importa: Terra onde falta Ética campeiam mil outros dissabores. |
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Este ano fui convidado para lecionar na Pós-Graduação da Unisa. E, como não poderia deixar de ser, a universidade tem um rico calendário de eventos. Deste modo, sempre aparecem convites interessantes e temas atuais. Em uma noite fria de setembro, a coordenação de Psicologia trouxe uma boa surpresa, em forma de palestra. Uma das mais gratas experiências que se pode ter é assistir a uma exposição de quem sabe o que fala e pensa o que diz. Isto quer dizer: reunir conteúdo, sagacidade, simplicidade, aliado à uma didática encantadora e uma rica experiência à compartilhar. Estou falando de Tom Coelho, professor e conferencista, cuja trajetória enobrece a palavra consultor. Sim, são as pessoas que enriquecem as profissões, embora os fazeres ajudem a moldar o caráter, são os valores pessoais que dignificam as carreiras. Eu o conheci em 2006, em um evento setorial e, desde então admiro sua simplicidade e coerência. Precisamos de mais corações assim! |